Institucional

Sempre em franco desenvolvimento

O CEMAH é uma Instituição de Ensino que realmente é referência no sistema de Aviação Civil, na formação de Técnicos em Manutenção de Aeronaves, estando sempre em franco desenvolvimento.

Nos seus trinta anos de vida, apesar das dificuldades, sempre superou as maiores crises com inteligência e metodologia, destacando-se como o maior celeiro de mecânicos em todo o território nacional.

Os dados desse desempenho são muito expressivos e colocam iniciativas, realizações e o pioneirismo, imposto em 1982, como um sistema inovador e vencedor de ensino. Formar profissionais para o amanhã sempre na certeza da importância de ensinar, promover o conhecimento, caracterizando o crescimento dos indivíduos faz parte da nossa história.

Jean Piaget, epistemólogo suíço, defendia o seu revolucionário sistema:


“A aprendizagem é um processo que começa no nascimento e acaba na morte, dá-se por meio do equilíbrio entre a assimilação e a acomodação, resultado em adaptação.”

Segundo Aurélio Buarque de Holanda Ferreira a aprendizagem (derivado de APRENDER) significa “reter na memória, instruir-se, procurar tirar o proveito do que se vê ou se observa.”


Dentro desta ideia o CEMAH visando eternizar este sistema vencedor, deu mostras de seu atrevido projeto em Novembro de 2008, adquirindo um imóvel em uma área nobre da Zona Norte de São Paulo, no bairro de Santana, onde passou a oferecer excelência no espaço, conforto e objetividade a todo o corpo discente, docente e toda a administração operacional.

Um fôlego foi tomado para uma pausa racional e cuidadosa, objetivando a otimização do projeto elaborado pelo Arquiteto Wilson Israel Ferreira dos Santos, com a capacidade econômica da empresa, sem prejudicar o sistema pedagógico e dar continuidade a crescente geração de resultados positivos.

Em abril de 2009, o Arquiteto Wilson iniciou a realização de um projeto  estudado e sonhado durante longos 26 anos, sem deixar de lado a qualidade do ensino. Procuramos trabalhar sem redução de custos na integralidade cultural da formação básica de um profissional do sistema de Aviação Civil brasileiro, dando segmento ao planejamento rígido e inteligente da Diretora Pedagógica Liliane Alves de Lima Ferreira dos Santos, apoiada pelos  competentes: Coordenador Pedagógico Jeferson Roberto Ferreira dos Santos e Coordenador Técnico Marcelo Torres da Silva, formando a espinha dorsal juntamente com o competente quadro docente. Daí o sucesso deste celeiro de formação profissional da "arte de fazer voar".

Em julho de 2011 a conclusão vitoriosa da belíssima obra foi informada às autoridades de praxe, as certificações de aprovação da ANAC e MEC das novas instalações, coroaram o maravilhoso trabalho do competente Arquiteto Wilson e toda sua equipe. Em dezembro do mesmo ano o CEMAH mudou para a sua nova e definitiva casa, um belíssimo prédio de quatro andares composto de dez salas de aulas confortáveis, arejadas e bem equipadas, biblioteca, sala de Coordenação e Professores, Diretoria Pedagógica, Diretoria Geral, sala de reunião, Departamento financeiro, três laboratórios, Auditório para 120 pessoas, Cantina em espaço arborizado para recreação, alem de espaço para Exposição Estática ou Memorial, ainda não definido.

Em 2012 o CEMAH chegou a terceira década de atividade única e exclusiva na formação de profissionais na manutenção de aeronaves, com mais de cinco mil profissionais formados, muitos na função de chefia e destaque nas principais empresas aéreas, distribuídos em todo o território nacional e até no exterior. Por isso, considerado como um celeiro de mecânico de aeronaves a servir a AVIAÇÃO CIVIL BRASILEIRA.

Toda essa história foi iniciada em 1980, quando sonhado e discutido em família a possibilidade da desacreditada e absurda ideia quando externado no ambiente de trabalho ou em reunião de amigos, na época eu, José Roberto,  primeiro sgtº da FAB, mecânico de aeronaves, formado pela Escola de Especialistas da Aeronáutica em dezembro de 1964, com experiência em aviões e helicópteros, principalmente com destaque em helicópteros do fabricante Bell 47, 205 e 206, destaque que me levou a receber convite da  empresa Aerofotogrametria Cruzeiro do Sul, sediada no Rio de Janeiro, através de um ex-capitão aviador da FAB, piloto da citada empresa (que fazia um serviço junto a Petrobras na selva Amazônica na pesquisa de petróleo as margens do rio Javari, afluente  do rio Amazonas próximo Letícia e Tabatinga), para deixar a FAB de forma definitiva com um salário compensador, três vezes o recebido na FAB, recusei pelo tempo de FAB e principalmente por já ter uma família constituída de esposa e dois filhos, a decisão em consenso de família, com na troca do certo pelo duvidoso levando-se em conta a estabilidade. Aceitei a opção oferecida  de aproveitar as férias vencidas e a licença especial de direito (concedida a militares das Forças Armadas com 10 aos de serviços prestado),  e assim, uma experiência incrível vivi na floresta Amazônica!

Após o cumprimento do contrato, retornei a FAB para dar prosseguimento a minha carreira, essa maravilhosa experiência me levou  a realidade da Aviação Civil, que passei a acompanhar e ler sua legislação, somando  as passagens por Guaratinguetá em dois anos para minha formação técnica na FAB, depois Pirassununga, primeira unidade militar após formatura, dando  início a minha vida na manutenção de aeronaves como militar da FAB, transferido  após seis  anos para  Base Aérea localizada em Vicente de Carvalho  Guarujá e após dois anos transferido para a Base Aérea de Santa Maria – RS, a qual tive a Honra de ter participado da inauguração como pioneiro, com um comando e um grupo de soldados, cabos, sargentos, suboficiais e oficiais, principalmente os que vieram da Base Aérea do Guarujá como eu, para fundar  a Base Aérea  na cidade de  Santa Maria – RS, que também inaugurava o primeiro esquadrão de helicópteros EMRA (Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque) que auxiliava o Exercito na construção de estradas e também auxiliava o “SAR” esquadrão de busca - salvamento e resgate, também da FAB, após oito anos fui transferido para o Parque de Material Aeronáutico dos  Afonsos  - RJ, onde fiquei mais dois anos e finalmente de volta a minha terra natal, na minha última transferência, para o Parque de Material Aeronáutico de São Paulo onde encerrei minha carreira na FAB.

Toda essa experiência me fazia acreditar nessa possibilidade de fundar uma escola de formação de mecânico de aeronaves, visando o mercado da Aviação Civil, mas a desconfiança e descrédito dos colegas, amigos e até parentes, só era superado em casa, onde minha esposa Benedita Maria Salomão dos Santos, na intimidade “Tuta”, minha cunhada Tânia Regina Salomão desde 1970 (com 9 anos) morou com convivência de filha, meus filhos Wilson Israel Ferreira dos Santos, nascido em 1970 e Jeferson Roberto Ferreira dos Santos, nascido em 1973, pequenos, mas entendendo e juntos a mãe e a tia formavam a força positiva para superar  a negatividade de todos. Seria injusto generalizar o descrédito, pois um major aviador Myato (que faço questão de citar, não por sua patente e sim pela pessoa incrível, simples, amigo, que ajuda sem intenção de reciprocidade, na falta de oportunidade de homenagea-lo por seu caráter de marcante simplicidade, sempre dificultou essa possibilidade sem evitar a relação, cito-o obrigatoriamente como uma homenagem), desde o tempo da Base Aérea do Guarujá-SP, na época ele tenente eu segundo sargento, servimos juntos, tivemos o mesmo destino na transferência  para Santa Maria –RS, onde participamos de muitas missões na função de tripulantes, ele como piloto eu como mecânico por fim nos encontramos novamente em 1980 no Parque de Material Aeronáutico de SP, ele como major e chefe de divisão,   acreditou também na ideia da escola de formação de mecânicos  de aeronaves. Seria injusto não deixar aqui o registro de sua decisiva influência nessa minha conquista, apesar da distancia hierárquica entre nós, sua simplicidade permitia nas horas vagas, que não eram muitas devido as funções dele como chefe de uma divisão importante de manutenção e operação e a minha de mecânico na revisão de motores de helicópteros, entre os assuntos conversados sempre era discutida essa minha ideia da criação de um curso de formação de mecânicos de aeronaves, por fim o major resolveu me ajudar, solicitou um projeto dessa minha ideia e ao DAC entregou  essa proposta para estudo, apesar de sabermos que para um candidato a obtenção de uma habilitação de mecânico de manutenção de aeronaves (na época)  não existia a obrigação de fazer um curso homologado (absurdo, mas essa era a realidade! quem quiser mais detalhes, solicite através do site), mas eu queria  que fosse devidamente homologado, e após dois anos ele conseguiu uma autorização provisória (acreditem, sem intenção de qualquer benefício ou interesse financeiro) e como era checador de alunos de pilotagem de helicópteros na escola ESA - Escola Superior de Aviação, localizada no Campo de Marte (bairro de Santana - zona norte de SP) no Hangar da VOTEC, hoje  Paulicopter, escola de pilotagem de helicópteros, hoje extinta de muita qualidade, a única na época com helicópteros para instrução no Campo de Marte, fez apresentação às partes, no caso eu e a direção da escola, após negociação foi acordado o horário ocioso para o curso em experiência na escola das 18:00 às 19:50, já que o horário nobre das 20:00 às 22:00 era da escola, oito meses depois fomos aprovados, elogiados e autorizados a solicitar a homologação pretendida. Em 1983, um imóvel através de locação foi adquirido e mobiliado para funcionar uma escola de aviação. Devido eu ser militar da ativa, surgiu a primeira dificuldade para fazer o contrato social, pois meus filhos Wilson e Jeferson eram menores de idade, foi quando usei a lógica e a razão, tornando as duas que apostavam na minha ideia e que tiveram importante participação na aprovação do curso nesta fase de experiência, e assim assumiram também juridicamente a escola, não só por necessidade como também merecimento, capacidade e assim como é ate hoje. O contrato social cuja razão social CEMAH-CURSO ESPECIALIZADO DE MECÂNICO DE AVIÕES E HELICÓPTEROS, em agosto de 1983 o CEMAH nasceu oficialmente com registro no cartório, aprovado e homologado no DAC - Departamento de Aviação Civil (substituído em 2006 pela ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil), estão oficialmente registradas no contrato social Benedita  Maria Salomão  dos  Santos e Tânia Regina Salomão Nascimento, a qual dividem as responsabilidade de administração organização e direção, restando para mim apenas o controle e organização técnica no planejamento da escola dado a minha  experiência adquirido na  Aviação Civil e Militar,  desde 1962 quando na escola em Guaratinguetá comecei aprender como e porque o avião voa, como é preparado um jovem a adquirir conhecimento   e a  responsabilidade de um mecânico com boa formação. Assim é a vida como tudo, com o passar dos tempos, meus  filhos que não puderam  participar com importância na iniciação da escola, hoje  já chefes de família cada um com um casal de filhos, já são importantes na modernização, organização e capacitação da escola, iniciam com propriedade a outra parte da história do CEMAH. O Wilson é o arquiteto que projetou e executou a obra, que hoje impõe respeito à escola com a sutileza de sua beleza, arte  e objetividade,  sua esposa Giselli Ribeiro Ferreira dos Santos tem a responsabilidade  do financeiro, Jeferson que é fisioterapeuta, alem de ministrar a matéria de Primeiros Socorros, prepara os futuros técnicos de manutenção com o TCC - Trabalho de Conclusão de Curso, seguindo as normas da ABNT com monografia e defesa de Tese, com  avaliação de banca formada por professores e convidados, alem de ser Coordenador Pedagógico,  função que auxilia sua esposa Liliane Alves de Lima Ferreira dos Santos que é  a Diretora pedagógica.

E para continuar essa história de empreendedorismo e profissionalismo, prometemos surpresas, com maiores e melhores opção para esses jovens que procuram crescer e ajudar esse país a conduzir mais alto a nossa bandeira. Um projeto de sucessão já começa a ser preparado com os netos, Ana Paula, Gabriel, Isabela e Julia, que já participam com tarefas e serviços de alguma responsabilidade. Acreditando sempre que Deus nos dará forças nesse caminho espinhoso, difícil e que nas realizações nos dá tanto prazer, que seja assim até quando Deus quiser!!

José Roberto Ferreira dos Santos - Diretor Geral


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